Citação de Markus Zuzak
A Menina que Roubava Livros -A Menina que Roubava Livros— é um romance para jovens adultos escrito pelo autor australiano Markus Zusak. Esta obra de literatura histórica foi publicada em 2005, e tem como temas centrais: Segunda Guerra Mundial, morte e Alemanha nazista. Em 2007, ele recebeu o Prêmio Michael L. Printz. Dois anos depois teve a façanha de ficar 105 semanas na lista dos mais vendidos do New York Times.
Um filme baseado no romance foi filmado em 2013. A fita foi dirigida e escrita por Brian Percival. Embora o filme tenha recebido críticas positivas de especialistas e do público, ele tem algumas diferenças importantes no roteiro em relação ao enredo do livro. Entre essas discrepâncias estão a aparência do protagonista e a relação entre alguns dos personagens.
Resumo A Menina que Roubava Livros
Essa história é narrada sob a ótica da morte, que é apresentada como personagem da peça. Tudo começa em janeiro de 1937, quando Liesel Meminger, uma menina de 10 anos, viaja de trem com a mãe.,Paula, e o irmão dele menor, Werner. o trio Ele segue para Molching, uma pequena cidade fora de Munique, Alemanha. O plano consiste em ir morar com aqueles que serão os pais adotivos das crianças: Hans e Rosa Hubermann.
Morte, pobreza, roubo do primeiro livro e ignorância
No entanto, Werner morre no caminho devido a problemas relacionados à pobreza da família. Na ocasião, são discutidos temas como fome, desnutrição, falta de atendimento médico e resfriado. Antes de chegar ao seu destino, Liesel deve comparecer ao funeral de seu irmão. O cemitério está coberto pela neve de janeiro, e é nesse contexto que a protagonista rouba seu primeiro livro. É sobre Manual do Coveiro.
O problema dessa façanha cometida pela menina é que ela não sabe ler. Chegando à casa dos Hubermann, localizada na Rua Himmel, Liesel se recusa a entrar. No final, Hans, seu pai adotivo, fica encarregado de convencê-la, o que gera simpatia entre os dois personagens. No entanto, o trato com sua mãe adotiva é diferente.
A chegada de Rudy na escola e a amizade
A menina não tem certeza de seus sentimentos por Rosa, e a mulher parece estar passando pelo mesmo dilema. Quando a protagonista entra na escola, ela novamente enfrenta seu conflito com a leitura e sofre com isso. Em sua nova instituição de ensino, a jovem conhece Rudy Steiner, que se torna seu melhor amigo, assim como seu parceiro no roubo de comida e livros.
A quebra da ignorância: a luz da leitura e da escrita
Liesel costuma ter pesadelos com a morte do irmão no trem. Uma noite, depois de um desses eventos, Hans descobre o Manual do Coveiro escondido debaixo do colchão. Inspirado pela ação de sua filha adotiva e por seu interesse pelas palavras, o homem decide ensiná-lo a ler.
A partir dessas lições Liesel aprende a escrever, e então começa a redigir cartas para Paula. As missivas de Liesel para a mãe nunca são respondidas. Por fim, o leitor fica sabendo que Paula está desaparecida.
Vivendo sob o domínio nazista
Tempo depois, o protagonista entende o que significa viver na Alemanha nazista quando vê como é organizada uma queima de livros. Este evento foi concebido para comemorar o aniversário de Adolf Hitler, que ocorre em 20 de abril de 1940. Para a protagonista, o que ela viu é perturbador e fascinante.
Enquanto você assiste as chamas queimando, o protagonista ouve um porta-voz nazista pedir a morte dos judeus comunistas, o que causa uma mudança na garota. A luz que nela se apaga tem a ver com o pai biológico, de quem apenas conhece as suas inclinações para o comunismo. É nesse momento é onde ele percebe que o líder dos nazistas pode estar por trás da separação de sua família.
O silêncio necessário para sobreviver
Essa nova concepção, juntamente com a confirmação dela por Hans, faz com que Hitler se torne um dos piores inimigos do protagonista. Seu pai adotivo a insta a esconder seus pontos de vista, e esse conflito leva Liesel a roubar seu segundo livro, O homem que deu de ombros, que ele resgata de uma fogueira em chamas.
Novas amizades
Depois Hans visita a viúva de um judeu que salvou sua vida, e decide ajudar seu filho, Max, quem foge dos nazistas. Hubermann o esconde em sua casa, o que produz uma mudança positiva em Rosa, que demonstra coragem e ternura. O jovem refugiado faz amizade com Liesel.
No par, o protagonista mantém uma amizade com Ilsa Hermann, a esposa do prefeito que lhe oferece sua biblioteca para que você possa desfrutar da leitura.
Mudanças drásticas
No entanto, as coisas mudam quando Hans é recrutado por oferecer pão a um judeu, e Alex Steiner, o pai de Rudy, é forçado a entrar no exército. Sem a presença de Max e Hans, Liesel deve seguir em frente com Rudy e Rosa. Não obstante, depois de vários meses ele vê seu pai e seu amigo novamente, embora não esteja nas melhores condições.
O livro em branco: história própria e tragédia
Mais tarde, Liesel para de visitar a Biblioteca Herman, mas Ilsa dá a ele um livro em branco. em que a menina começa a escrever sua própria história: A Menina que Roubava Livros. Enquanto a jovem escreve no porão, Rua Himmel é bombardeadae todos os seus entes queridos morrem.
Em seu desespero, a protagonista deixa cair seu livro, mas é recuperado pela Morte. Ao ficar órfã novamente, Ilsa Hermann propõe que ela passe um tempo em sua casa. Então Alex Steiner retorna e Liesel fica com ele por alguns meses. A peça termina quando, após uma longa vida com o marido e os filhos, A morte devolve o livro a Liesel em troca de levar sua alma.
Sobre o autor, Markus Zusak
Markus Zuzak
Markus Zusak nasceu em Sydney, Austrália, em 1970. Ele estudou na Universidade de New South Wales, e tornou-se um escritor de literatura infantil e juvenil. O jovem Zusak cresceu ouvindo as histórias da Alemanha nazista, bem como as anedotas de seus pais na Áustria e na Alemanha. O autor queria escrever um livro que refletisse os maus-tratos aos judeus, o que o inspirou a escrever o best-seller A Menina que Roubava Livros.
Além de sua trabalho laureadoMarkus escreveu Letras cruzadas -O mensageiro—(2002), pelo qual recebeu vários prêmios, como o Publishers Weekly Best Books of the Year-Children (2003) ou o livro Michael L. Printz Award Honor (2006). Outras obras menos conhecidas de Markus Zusak são The Underdog (1999) y ponte de barro (2018).